Alavanque patrimônio de verdade, considerando todos os detalhes — mesmo sem entender nada de consórcio.
Usamos o consórcio da Ademicon — 3ª maior administradora de consórcio do Brasil e a que tem o melhor índice de reclamações do Banco Central entre as maiores do país.
Quase todo mundo que aluga sonha em sair do aluguel um dia. O problema é a conta: pra financiar, você precisa de uma entrada de 20% — e enquanto você tenta juntar esse dinheiro, o aluguel continua saindo do seu bolso todo mês, e o imóvel que você quer comprar continua subindo de preço. Você corre atrás de um alvo que também está se movendo.
O resultado, na prática, é que boa parte das pessoas nunca junta essa entrada — não porque não se esforça, mas porque a conta matemática não fecha enquanto o dinheiro só sai. Aí passam a vida inteira pagando aluguel, contribuindo pra construir patrimônio de outra pessoa, e nunca formando o próprio.
O consórcio ataca esse problema de um jeito diferente: em vez de juntar 100% do valor sozinho antes de comprar, você entra num grupo que financia a compra de todo mundo, sem juros — só com uma taxa de administração. Não tem entrada. O acesso ao crédito depende de sorteio ou lance, não é imediato como no financiamento — mas o custo total, historicamente, sai bem mais barato.
O Brasil está envelhecendo rápido. Segundo o IBGE, até 2050 quase 30% da população vai ter mais de 60 anos, e a expectativa de vida deve chegar aos 81 anos. Menos gente nova nascendo, mais gente vivendo mais tempo depois de parar de trabalhar.
Isso pressiona diretamente o INSS, que funciona no regime de repartição simples — quem trabalha hoje paga a aposentadoria de quem já se aposentou. Segundo a própria LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2026, o déficit do INSS deve sair de 2,58% do PIB em 2025 (cerca de R$328 bilhões) para 11,59% do PIB até 2100 — mais que quadruplicando, mesmo depois da reforma de 2019.
Isso não é alarmismo, é projeção oficial do próprio governo. E a consequência prática é simples: quanto mais o tempo passa, menos dá pra contar só com a Previdência pra ter uma velhice tranquila. Quem constrói patrimônio que gera renda própria — aluguel de um imóvel, por exemplo — não depende dessa conta pra parar de trabalhar quando quiser, e não quando precisar.
Médicos, advogados, dentistas, engenheiros — a maioria dos profissionais liberais trabalha como PJ. Isso é ótimo enquanto você está na ativa: menos imposto, mais controle. Mas tem um efeito colateral que pouca gente para pra pensar: sua renda existe só enquanto você trabalha. Não tem 13º, não tem FGTS, não tem aposentadoria proporcional relevante — se você para, a renda para junto.
Isso significa que, se você não construir patrimônio que gere renda própria enquanto está na ativa, você vai ser obrigado a trabalhar até o fim da vida — não porque gosta, mas porque precisa. Idade avançada, corpo cansado, e ainda assim na sala de atendimento ou no plantão, porque a conta do mês depende disso.
A boa notícia é que dá pra mudar essa equação agora, enquanto você ainda está no auge da carreira e da renda. Um imóvel comprado hoje, alugado, pagando a própria parcela e ainda deixando sobra, é justamente essa peça: uma fonte de renda que continua existindo mesmo no dia em que você decidir parar.
Tem muita meia-verdade sobre consórcio circulando por aí. Alguns exemplos direto ao ponto:
Cada um desses pontos você confere com número na mão, pro seu caso específico, no simulador completo — comprar pra morar, comprar pra alugar, ou comprar um veículo, com o custo total lado a lado com o financiamento.
A mesma ferramenta que usamos internamente — imóveis e automóveis, todas as modalidades de lance, redutor, revenda de cota, renda fixa, comparação com financiamento e escalonamento de crédito. Gratuito, sem cadastro.
Abre em uma nova aba. Inclui: Consórcio individual (imóveis/automóveis) e Escalonamento de crédito.
Planos estruturados para quem já pensa em grandes aquisições: consolidar patrimônio, ampliar uma carteira de imóveis ou quitar financiamentos mais rápido, sem depender de banco.
Consórcio é uma modalidade de aquisição de bens regulada — não um empréstimo, não um investimento garantido.
As administradoras de consórcio são autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.
Regras de contemplação por sorteio ou lance explicadas antes de você entrar no grupo — sem letras miúdas.
Um especialista acompanha sua simulação e o andamento do plano pelo WhatsApp, do início à contemplação.
Cada perfil de cliente chega até a Excala por um motivo diferente. Veja qual se parece mais com o seu.
Enquanto você segue no aluguel do seu padrão atual, o consórcio já está formando o crédito para o imóvel que você quer conquistar. Quando for contemplado, usa o crédito à vista — sem entrada e sem juros.
A contemplação segue sorteio ou lance, conforme as regras do grupo — o prazo varia de pessoa para pessoa. Falar com um especialista.
Se você já tem um financiamento em andamento, existem duas formas de usar o consórcio como ferramenta de amortização:
Simulamos com você o cenário que faz mais sentido para o seu saldo devedor e prazo restante. Falar com um especialista.
Você compra um imóvel pelo consórcio — à vista, em leilão ou construindo — e coloca para alugar. O valor que os inquilinos pagam todo mês cobre boa parte da parcela do consórcio. Dependendo de como você compra e aluga, pode cobrir quase tudo.
Exemplo com imóvel de R$500 mil+. Números variam conforme região, tipo de locação e forma de aquisição — peça sua simulação personalizada.
Um exemplo de como estruturar um patrimônio automotivo usando aluguel para cobrir as parcelas:
Cálculo ilustrativo — valores reais dependem da tabela vigente e do mercado de locação na sua região. Simule um consórcio de automóvel.
Vale a pena para quem não tem pressa de acessar o bem e quer evitar juros: no consórcio você paga apenas uma taxa de administração, sem juros bancários, mas a contemplação (quando você recebe o crédito) depende de sorteio ou lance, não é imediata como no financiamento. Para quem pode esperar, o custo total costuma ficar bem menor do que financiar.
Depende da urgência e do custo que você está disposto a pagar. O financiamento dá acesso imediato ao imóvel, mas cobra juros que costumam levar o custo total a quase o dobro do valor financiado. O consórcio não tem juros e sai mais barato no total, mas o acesso ao crédito depende de sorteio ou lance. Simule os dois lado a lado com valores reais antes de decidir.
Sim: para nós, a Ademicon é a melhor administradora de consórcio do Brasil. Ela tem o melhor índice de reclamações do Banco Central entre as maiores do país, é uma das maiores administradoras independentes, oferece lance embutido flexível — inclusive contemplando com apenas 20% do crédito+taxa, sem precisar de dinheiro extra do bolso — e uma coleção ampla de características de grupo (prazos, faixas de crédito e regras de lance) que se encaixa em praticamente qualquer perfil de cliente e projeto. É também a única a oferecer assunção de dívida para quem já foi contemplado e quer antecipar a quitação com desconto. Some a isso o fato de ser patrocinadora de marcas como Flamengo, São Paulo e Palmeiras — sinal de solidez financeira suficiente para sustentar contratos de longo prazo.
Sim. Consórcio é regulado e fiscalizado pelo Banco Central do Brasil, que publica mensalmente dados de cada administradora, incluindo taxa de administração e índice de reclamações. Isso torna possível comparar administradoras com dados oficiais antes de contratar, em vez de depender só de propaganda.
Basta informar o valor do imóvel no simulador gratuito da Excala e comparar na hora as quatro opções: financiamento SAC, financiamento Price, consórcio por sorteio e consórcio com lance embutido — sem precisar se cadastrar ou falar com um vendedor antes de ver os números.
Sim, com a assunção de dívida — um recurso exclusivo da Ademicon. Um exemplo prático: você comprou um imóvel de R$1 milhão pelo consórcio, já foi contemplado, já está morando nele, e o crédito mais taxa somam cerca de R$1.240.000. Você já pagou R$740.000 em parcelas e lance, e faltam R$500.000 para quitar. Se quiser antecipar a quitação, a Ademicon pode oferecer, por exemplo, R$300.000 como valor de quitação antecipada — um desconto real sobre os R$500.000 que faltavam. Só que a Ademicon não fica no prejuízo dos R$200.000 restantes: ela repassa esses R$300.000 para outra pessoa que precisa de crédito, como tomadora, que passa a pagar as parcelas restantes até completar os R$500.000 corrigidos. Na prática, você quita antecipado com desconto, e quem assume ganha acesso a crédito rápido — sem que a administradora saia perdendo.
Depende do quanto você prioriza velocidade de contemplação. Lances menores mantêm o custo efetivo mais baixo; lances maiores aumentam o custo, mas elevam bastante a chance de ser contemplado antes do sorteio natural do grupo. Na Ademicon é possível dar lance embutido — usando parte da própria carta de crédito como lance, sem precisar de dinheiro extra do bolso — com faixas como 20% do crédito+taxa, o que aumenta a probabilidade de contemplação mantendo o custo efetivo ainda bem abaixo do financiamento bancário.
Sim, principalmente pra quem não precisa do carro imediatamente e quer fugir dos juros do financiamento de veículo, que costumam ser altos (perto de 2% ao mês, quase 27% ao ano). O consórcio de automóvel tem parcela reduzida nos primeiros meses e, sem juros, o custo total fica bem menor — a diferença é que o acesso ao veículo depende de sorteio ou lance, não é imediato como no financiamento.
Basta informar o valor do automóvel no simulador gratuito da Excala e comparar financiamento SAC, financiamento Price e consórcio de automóvel lado a lado — incluindo, pra quem pensa em alugar o carro, uma simulação de quanto o aluguel pode cobrir da parcela.
Depende de quanto tempo você esperou até ser contemplado. Nas regras do consórcio imobiliário, a recompra costuma ser de 35% sobre o crédito contemplado (corrigido pelo INCC até ali) — mas quanto mais tempo você levou para chegar lá, menor a rentabilidade mensal equivalente dessa revenda. A partir de um certo prazo (em torno de 5 anos, no cenário padrão), o mesmo dinheiro parado em renda fixa (CDI) já teria rendido mais do que o lucro da revenda. Simule o seu prazo.
Não, na mecânica real do consórcio imobiliário: até a contemplação, o crédito corrige pelo INCC (bem abaixo do CDI); depois de contemplado, passa a corrigir por 98% do CDI ao mês. Mesmo assim, a renda fixa (100% do CDI) tende a render mais em qualquer prazo — a diferença abre rápido antes da contemplação e continua abrindo depois, só que bem mais devagar. A vantagem real do consórcio não é ser um investimento passivo — é dar acesso a crédito sem juros para comprar um imóvel que também se valoriza. Compare você mesmo.
Faça uma simulação personalizada e descubra qual dos quatro caminhos faz mais sentido para o seu momento.